17 de nov de 2009

Historinha.


Seeeenta que lá vem.

Era uma vez um rapaz de uns 15 anos, chamado Heber. Estava mudando de prédio quando conheceu sua nova vizinha, Fernanda. A mãe do Heber comentou com ele como a menina era bonita, chamada Fernanda. Ele retrucou com um 'mãe, ela é uma criança', já que a menina parecia ter uns 9 anos de idade. 'Espera uns anos, que você vai ver que criança que ela é.' Alguns anos depois, foi decidido que eles mudariam de prédio. Mandou um recado para dizer a Fernanda que gostava dela, mas não disse que ia se mudar. Ela não disse nada. Ele se mudou, e poucas semanas depois estava ela tocando o interfone 'Oi, posso falar com o Heber?'. Quando ela tinha 14 anos, começaram a namorar, porque o pai dela não deixou ela namorar antes pela """[muitas aspas] grande"""" diferença de idade. Namoraram por um tempo, e terminaram. Voltaram a namorar. Por muito, muitos anos. 'Dá um jeito nele', minha mãe alertou a ela, se não, só namoraria pela vida toda. Em 2000 eles casaram. Ano passado tiveram a primeira filha. Mas o melhor de tudo isso, é que, quem vê, nem imagina nada disso. Parece que se conheceram ontem. Brincam de brigar, fazer cosquinha, irritar um o outro. O que é super pieeegas, mas fofo de se ver, principalmente porque hoje as coisas não são mais assim. Não pretendo casar, mas se casasse e separasse não casaria de novo mesmo, mas é uma coisa que valorizo muito, porque não deve ser uma coisa nem um pouco fácil. Aguentar uma pessoa com todos seus defeitos, pelo menos 15 horas por dia, com quem você não tem nenhum laço de sangue [porque pai e mãe e mais fácil de aguentar né?],[e claro, ela consgeuir te aguentar tambem] e fazer durar por tanto tempo assim? Por isso tenho um super mega orgulho de dizer que meu pai e minha mãe tem bodas de prata [daqui a 2 anos, de pérola!]. Porque casar é fácil, dificil é manter. Porque não é nas boas horas que o amor é provado, mas sim nas crises.

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