9 de fev de 2012

Um post estilo marcha das vadias

A fulaninha nunca se interessou muito por sair pegando meninos. Um dia ela conheceu um cara legal, eles foram se cativando e aí começaram a namorar. Era beijinho, abracinho, visitas pra casa da vovó, tudo parecia mil maravilhas e depois de 6 meses ele disse 'não dá mais, acho que eu não quero mais namorar.' A fulaninha tentou voltar, chorou, ficou triste e começou a repetir 'Homem é tudo igual!' 'Não quero mais saber de homem na minha vida!' 'Não acredito no amor!' 'Não vou casar' etc etc. E cria uma paixão muito louca por todos tipos de filósofos. Ela vive amargurada e desarrumada. Fala que mulher é uma raça boa demais pra andar com homem, raça inferior. Que elas são mais inteligentes, mais capazes e não precisam deles. Não depila e anda igual uma ogra porque 'andar bonita é coisa de mulher oprimida'. Mas nos sonhos eróticos vira uma deusa do sexo se revezando (OU NÃO) entre Rousseau, Maquiavel, Marx, Durkheim. Todos são apaixonados, mas ela e julga superior esnobando e ficando com todos eles ao mesmo tempo. Mas isso só no sonho.

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